Sexta-feira, Outubro 25, 2002

Bem, será que será desta???

Sábado, Setembro 28, 2002

Nada a fazer mesmo. O Blogger resolveu me silenciar, fazendo de conta que aceita os meus posts (até aparece aquilo do "generating pages", tudo parece bem), mas a página em si não se mexe. E o sádico ainda convida, depois de eu postar, a verificar se tudo deu certo com "view web page" - só pra eu ficar sabendo que afinal não mudou nada.
É ridículo passar de algo gratis que funcionava relativamente bem, para pagar (pouco, mas pagar...) para que essa mesma coisa deixe de funcionar totalmente.
Ainda mais triste é saber que, quando alguém ler isto, é porque já voltámos ao normal - mais um exemplo de reportagem em cima do acontecimento.

Sexta-feira, Setembro 27, 2002

Cada vez há mais almas mórbidas viciadas em cibersexo. Deve haver até quem compre Viagra só para manter o disco duro.
Upgrade para BlogSpot Plus = 3 dias, até agora (!!!), sem conseguir postar.
Mas o débito no cartão foi imediato.

Terça-feira, Setembro 24, 2002

Ouvida (indiscretamente...) numa roda de amigas na mesa ao lado:
"Sabes como te desperta o homem ideal, depois de uma noite fantástica? Com um sumo de laranja numa mão, o jornal na outra, uma rosa na boca e... sete ou oito donuts enfiados no pau."
Sei lá, mas sete ou oito parece-me um exagero logo pela manhã.

Sábado, Setembro 21, 2002

A verdade... a verdade é apenas a mais forte entre muitas probabilidades. E às vezes nem isso.

Terça-feira, Setembro 17, 2002

Aqui estava um post dirigido às ovelhinhas da seita dos urubus.
Continuo a acreditar que essa gente, quando aparece sem ser convidada, com as suas mensagens hipócritas, moralistas e cheias de uma intolerância peganhenta, tem que levar porrada de volta.
A simples ignorância, o apagar dessas mensagens, é um gesto compreensível de quem não tem saco para mentes limitadas, mas creio que só os estimula a voltar a morder. Por outro lado, se damos troco, o espaço acaba por ficar monotemático e chato, desviando a atenção para aquilo que cada blog está interessado em discutir ou mostrar. E, como diz o Dennis, isto aqui não é a Praça da Sé.
Eu também achei que o Melting Pot estava a ficar cheio destes urubus e não gostei disso. O cúmulo foi ter recebido um comentário estilo spam de um tal de Evair, a dizer-me para votar num candidato temente a Deus. Haja cara de pau...
Portanto, a partir de hoje, não verão aqui mais posts sobre Celys, Silmaras e Cia. Tá tudo (os posts originais, fotos e respectivos comentários) no Carneiro Preto, um blog dedicado só a meter o pau nessas avestruzes. Será um blog aberto a múltiplos autores (quem quiser, basta deixar aqui um comentário com o e-mail, que eu mando o convite), onde postaremos as abobrinhas que elas nos forem enviando. Em vez de apagar essas merdas sem mais discussões, o que eu vou passar a fazer é postá-las no Carneiro Preto, abertas ao conhecimento de todos e para felicidade geral da nação, e depois apagá-las daqui, claro. Sugiro que todas as outras vítimas desse tipo de invasão façam o mesmo, até com os e-mails escabrosos que recebam. Assim, o Carneiro vai matar a cobra e mostrar o pau.
Quem se animar a incrementar o template do Carneiro, be my guest. Qualquer sugestão será bem vinda.
Um novo parênteses, para a mensagem de mais um gentil patrocinador (com o nosso reverente "obrigado" pela comparticipação no leitinho das crianças...):

MORITURI TE SALUTANT!

Sim, nós os que vamos morrer, vos saudamos. Nós, crianças subnutridas, mulheres humilhadas e velhos andrajosos, nós que por vós fomos abandonados à nossa sorte, nós que desesperamos nas garras de um bloqueio desumano, nós vos saudamos.
Estamos prontos para os bombardeios noturnos, para os mísseis inteligentes, para a ceia feita de pedras e para as câmaras da TV americana.
Sabemos que vamos morrer.
Sabemos que não tendes vergonha ao proclamar essa guerra como “justa”, quando ela será travada apenas para vosso entretenimento e para glória suprema do Imperador do Oeste e do seu séquito de fabricantes de espingardas.
Sabemos que a impunidade será total, que os nossos despojos já estão sendo divididos sem pudor pela matilha esfomeada e que, no final, os verdadeiros problemas do Iraque serão como sempre devidamente ignorados.
Mesmo assim vos saudamos. Temos ainda a última, diáfana e absurda esperança de quem prefere viver de joelhos a morrer em pé, porque já vimos que os nossos mortos se convertem em inúteis enquanto que os vivos, um dia, talvez se consigam levantar.

Sábado, Setembro 14, 2002

Uma rapidinha...

(Mãe Europa, com o filhinho nos braços no consultório médico) - Doutor, não adianta, o menino não engole estes comprimidos com as mentiras sobre o Iraque que o senhor lhe receitou...
(Tio Sam, de bata branca e estetoscópio, escrevendo um formulário) - Isso é grave, madame... Vamos ter que passar a dar-lhas em supositórios.

Dedicado a uma nova amiga, lúcida e inconformada.